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Honda lança a renovada CRF 1100L Africa Twin



Ao final da temporada passada, a Honda divulgou três lançamentos para 2021, a scooter Forza 350, a CBR 1000RR Fireblade e a sua big trail CRF1100L Africa Twin, novidades que chegam ao mercado nacional em datas distintas e que não são meras evoluções dos modelos anteriores, e sim produtos com grandes reformulações. A marca ainda pontua que, apesar das dificuldades no ano passado devido à pandemia, ela não reduziu esforços para evoluir seus produtos e que a chegada desses modelos acontece de maneira alinhada ao lançamento mundial, sinalizando a importância do Brasil no mercado mundial da Honda.



No caso da Africa Twin, a Honda apresentou coletiva de imprensa nesta quinta-feira (13/05) o lançamento deste modelo, que tem DNA da sua linha de competições, particularmente voltada ao Dakar, evento que a fábrica venceu no ano passado com o piloto americano Ricky Brabec, após oito anos do lançamento do modelo específico para a prova, a 450 Rally. Com apelo mais voltado para o off-road, a CRF 1000L conquistou muitos fãs no mercado nacional. Uma das principais novidades é a introdução no Brasil de versões com transmissão DCT (Dual Clutch Transmission).


A transmissão esportiva será oferecida em conjunto com a Africa Twin equipada com câmbio convencional, de seis marchas. Desse modo, serão quatro as versão disponíveis da CRF 1100L: Africa Twin com câmbio convencional, Africa Twin DCT e as versões top de linha Africa Twin Adventure Sports, com transmissão convencional ou DCT, lembrando que a Adventure Sports se caracteriza pelo tanque de maior capacidade e itens de comodidade e conforto, ou seja, uma motocicleta pensada para quem deseja se aventurar em longas viagens.


Segundo a Honda, o sucesso da tecnologia DCT em todo o mundo levou a marca a oferecê-la nas Africa Twin 2021 vendidas no Brasil. O sistema celebrou uma década de introdução em 2020, com evolução constante e refinamento que aperfeiçoou a suavidade nas trocas de marcha e a precisão do engate que conquistou os clientes, além de itens como o "botão G", para melhoria das capacidades em uso no fora de estrada.


O sistema de transmissão DCT para motos, exclusivo da Honda, oferece mudanças de marchas imediatas, sem que haja interrupção na entrega de potência, e a sua utilização se torna imediatamente natural, resultando em vantagens para pilotagem em qualquer tipo de percurso ou terreno.


Tal sistema funciona por meio de duas embreagens: uma para 1ª, 3ª e 5ª marcha, outra para a 2ª, 4ª e 6ª marcha. As dimensões deste tipo de câmbio são equivalentes às de um câmbio convencional. Cada uma das embreagens é acionada por um sistema eletro-hidráulico independente, e nas trocas de marcha - sejam elas feitas pelos comandos situados no punho esquerdo do guidão, pela ação do condutor, ou automaticamente -, ocorre a alternância entre as embreagens, o que permite a mudança instantânea de uma marcha para outra.


Na prática, o sistema DCT oferece mudanças de marchas rápidas e imperceptíveis, que não afetam o equilíbrio dinâmico e proporcionam conforto a piloto e acompanhante. Outras qualidades do DCT são confiabilidade e durabilidade, uma vez que com o sistema DCT não é possível errar uma marcha ou deixar de engatá-la corretamente. O DCT também impossibilita que o motor "morra" por um erro do piloto, algo que não é incomum nos câmbios convencionais, por erro na gestão do manete de embreagem. Esta qualidade é valiosa especialmente no fora de estrada e ao trafegar em congestionamentos urbanos.


Os modos de funcionamento do câmbio DCT são três: o modo MT oferece controle manual do câmbio através dos botões +/- situados no punho esquerdo. No modo D as mudanças ocorrem automaticamente, o que é ideal para a condução em cidade e em vias rápidas, oferecendo ainda um menor consumo de combustível. O modo automático S pode ser selecionado em três níveis, que permitem rotações gradualmente mais elevadas antes do engate da marcha seguinte. Em desaceleração, as reduções também ocorrem um pouco mais cedo, proporcionando maior efeito do freio-motor, o que torna esta opção em seus diversos níveis - de 1 a 3 - a mais adequada para uma pilotagem esportiva.


Seja em D ou S, a qualquer momento o condutor pode agir sobre os botões sinalizados com "+" e "-" no punho esquerdo para passar ou reduzir uma ou mais marchas, de acordo com sua preferência, e sem correr nenhum risco pois o sistema DCT só aceitará comandos que não ofereçam risco para motor, transmissão e equilíbrio dinâmico da motocicleta. A ação do condutor nos botões não afeta a seleção original do modo D, que volta a operar o câmbio em momento oportuno.


A versão DCT da CRF1100L Africa Twin foi totalmente preparada inclusive para uso em estradas sem pavimentação. O Riding Mode Off-Road oferece eficiência em tal condição, que pode ser melhorada ainda mais pelo interruptor G. Ao ativar G no painel TFT - algo possível em qualquer um dos Riding Modes - o leve patinamento da embreagem oferecido pelo Adaptative Clutch Capability Control, cuja função é oferecer conforto, é eliminado, o que promove uma conexão mais imediata entre acelerador e roda, resultando em tração mais direta e melhor controle da moto.


O sistema DCT atua selecionando a melhor marcha para a situação. Para tal recebe da IMU parâmetros relativos à inclinação em curva, velocidade, abertura do acelerador, rotação do motor e marcha em uso, e também consegue identificar características do percurso, se a moto está subindo, descendo ou curvando.


A seleção da modalidade de câmbio no sistema DCT (D, S1, S2, S3 ou MT) independe do Riding Mode escolhido (Tour, Urban, Gravel, Off Roard, User 1 ou User 2), o que permite múltiplas combinações, que oferecem máximas possibilidades ao condutor.


Na nova CRF 1100L Africa Twin, a fábrica não se concentrou somente nesse sistema. Potência e o torque foram incrementados, resultando em máquinas superiores à já excelente antecessora. A distribuição de potência e torque na faixa de rotações foi alterada, e as respostas do acelerador eletrônico foram aperfeiçoadas desde as mais baixas rotações. Comandando tudo isso estão os "Riding Modes", com quatro opções de nível de potência, três de freio motor e nada menos que sete seleções para o controle de tração HSTC (Honda Selectable Traction Control).



O aumento da capacidade cúbica do motor foi obtido pelo aumento do curso dos pistões para 81,5 mm (antes, 75,1 mm), com o diâmetro dos cilindros de 92 mm permanecendo inalterado. A taxa de compressão é de 10,0:1. As camisas dos cilindros agora são de alumínio, o que em conjunto com outras medidas de redução de peso nos componentes da transmissão da versão com câmbio convencional, resultou em um motor 2,5 kg mais leve. O motor da versão DCT pesa 2,2 kg a menos que no motor anterior. O peso total do motor atual, com câmbio convencional, é de 66,4 kg, enquanto que o motor da versão DCT pesa 74,9 kg.


O virabrequim permanece defasado a 270°, que proporciona intervalos irregulares de ignição, criando uma pulsação diferenciada que melhora a capacidade de tração. O cabeçote do motor foi completamente revisto, com dutos de aspiração mais retilíneos e eficazes, e novos corpos de injeção de 46 mm de diâmetro. O mapeamento da ECU foi atualizado e o ângulo dos injetores modificado para oferecer uma atomização da mistura ar-combustível mais direta nas renovadas câmaras de combustão com duas velas por cilindro.


O sistema Unicam SOHC herdado das CRF 450R se caracteriza por um único comando de válvulas fundido sob pressão, o que resulta em um cabeçote compacto e câmaras de combustão de conformação ideal. O levantamento das válvulas de aspiração subiu de 8,6 para 9,3 mm, enquanto que nas válvulas de exaustão passou de 9,3 para 10,2 mm.


Para lidar com a melhor eficiência da admissão e a maior potência (e, portanto, com o aumento do fluxo gasoso), sistema de escape possui agora uma válvula de controle variável ECV - Electronic Control Valve -, semelhante à instalada na CBR 1000RR Fireblade. O objetivo da válvula ECV é a melhora da performance e da eficiência do motor através da parcialização do sistema de exaustão em regimes baixos e médios, com a abertura total ocorrendo apenas nas rotações mais altas. Além das vantagens em performance, a válvula ECV proporciona sonoridade agradável desde os mais baixos regimes.


O cárter do motor é dividido na vertical, com bomba d’água alojada dentro do compartimento da embreagem e termostato integrado ao cabeçote. As versões de câmbio convencional e DCT partilham um bloco de motor único, com pequenas diferenças externas.


O sistema de lubrificação é por cárter semi-seco, com o reservatório de óleo situado na porção inferior do cárter, o que permitiu obter um motor de altura reduzida. Como a bomba de óleo está localizada dentro cárter, não há necessidade passagens de óleo pressurizadas. Quanto às vibrações secundárias, elas são neutralizadas pelo movimento recíproco e mútuo dos pistões, enquanto as vibrações primárias de inércia e de acoplamento são eliminadas pelos eixos de equilíbrio contrarrotantes.


Neste novo motor de 1.084 cm3, a precisão das engrenagens de balanceamento anteriores e posteriores foi melhorada, eliminando a necessidade do uso de engrenagens de dentes oblíquos. A aplicação de uma roda fônica no virabrequim elevou a capacidade de detecção de falhas de ignição, importante para homologação antiemissões. Também para esta finalidade as sondas lambda O2 foram substituídas por sensores de fluxo LAF - Linear Air Flow - nos coletores de escape, que permitem uma medição muito mais precisa da mistura ar/combustível.


Na Africa Twin com câmbio tipo convencional a embreagem de alumínio e seu atuador usam rampas inclinadas auxiliares para facilitar o engate de marchas, e rampas deslizantes para as reduções. O diâmetro da embreagem diminuiu, com molas de menor tensão, o que visou um acionamento mais leve no manete. As engrenagens foram reprojetadas, e agora são fabricadas com material mais resistente.


As vantagens do acelerador eletrônico TBW são múltiplas, entre elas a gestão muito mais apurada da potência, caráter do motor e do sistema HSTC de controle de torque. Nos modelos 2021 das Africa Twin, o sistema evoluiu de maneira inteligente, e trabalha em conjunto com uma plataforma inercial IMU de seis eixos.


O sistema oferece a possibilidade de regular muitos parâmetros: potência (P) em 4 níveis, freio-motor (EB) em 3 níveis, controle de tração (T) em 7 níveis mais off e o antiwheelie (W) de 3 níveis mais off. A capacidade de intervenção de cada nível foi otimizada para trabalhar com diversas informações em tempo real (ângulos de rotação vertical e horizontal/rolamento) oferecidas pela IMU.


Os Riding Mode são quatro: TOUR, URBAN, GRAVEL e OFF-ROAD, que abrangem a maioria das condições e situações de condução. Há ainda dois modos USER totalmente personalizáveis. Mesmo nos Riding Mode estabelecidos é possível alterar determinados parâmetros - o sistema HSTC (T), entre o nível 1 e 7 (e off), a função antiwheelie (W), entre os níveis 1 e 3 (e off). Nas Africa Twin equipadas com câmbio DCT, a escolha da modalidade de mudança de marchas (D, S1, S2, S3 e MT) não afeta a seleção dos Riding Mode, cujas principais características são as seguintes:


Modo TOUR - Nível mais elevado de potência (P), ideal para as viagens com carga e passageiro, freio motor (EB) em nível médio (2). ABS modo ‘road’, controle de tração (T) nível 6, antiwheelie nível 3. Nas versões das Africa Twin com câmbio DCT a tecla G não pode ser ativada.


Modo URBAN - O mais adequado para diferentes tipos de utilização. Potência (P) nível 2, e freio motor (EB) nível 2, e função de ABS modo ‘road’ não desativáveis. Controle de tração (T) nível 6 e antiwheelie (W) nível 3 podem ser alterados. Nas versões das Africa Twin com câmbio DCT a tecla G não pode ser ativada.


Modo GRAVEL - Destinada a percursos em piso de baixa aderência. Potência (P) nível 4, freio motor (EB) desativado, ABS modo off-road não desativável; nesta configuração, o ABS traseiro não pode ser desligado. O controle de tração (T) nível 6 e o antiwheelie nível 3 podem ser alterados. Nas versões DCT a tecla G não pode ser ativada.


Modo OFF-ROAD - Adequada para a máxima eficiência no fora-de-estrada. Potência (P) nível 3, freio motor EB nível 3. ABS em modo off-road. Nesta configuração, o ABS traseiro pode ser desligado. O controle de tração (T) nível 6 e o antiwheelie nível 3 podem ser alterados. Nas versões DCT a tecla G está ativa.


Modos USER 1 e 2 - Permitem uma escolha distinta das configurações de todos os parâmetros. Potência (P) entre os níveis de 1 a 4, freio-motor EB de 1 a 3, ABS ‘road’ ou ‘off-road’. Nas versões DCT a tecla G pode estar ativa ou não. As Africa Twin saem de fábrica com modo USER 1 com ajuste igual ao modo URBAN, o modo USER 2 segue o ajuste de GRAVEL.


A CRF 1100L Africa Twin tem um novo chassi tubular de aço, mais leve, e o mesmo vale para a balança de suspensão traseira, derivada da moto bicampeã mundial de motocross, a CRF 450R. Suspensões de curso longo – 230 mm na frente e 220 mm atrás - fazem da maxitrail da Honda uma verdadeira aventureira, capaz de transpor os piores terrenos, inclusive por oferecer 250 mm de distância livre em relação ao solo. Mesmo assim, o assento (regulável) está 20 mm mais baixo do que na versão anterior.


O visual acompanhou a vasta renovação da Africa Twin, porém sem revolucionar sua personalidade: a dianteira está mais afilada, com faróis mais integrados à carenagem, que abriga um painel TFT de 6.5 polegadas "touch screen", funcionalidade que facilita a gestão dos diversos parâmetros de configuração dos comandos eletrônicos. O novo farol duplo de LEDs está em posição elevada, com feixe de luz mais eficiente. O conjunto de luzes diurnas de condução (DRL) ajusta a intensidade de iluminação de modo automático, de acordo com a incidência de luz externa. Em todas as versões da CRF 1100L os protetores de mão são equipamento série.


O painel MID (Multi Information Display) é colorido, sensível ao toque e tem tela TFT de 6,5 polegadas. Através dele o condutor recebe plenas informações e pode controlar os sistemas da Africa Twin. Cada um dos modos de pilotagem é selecionado na parte superior esquerda da tela, que pode ser personalizada para mostrar diferentes níveis de informação. Um destaque é a facilidade de operação, mesmo com luvas.



A conectividade com o Apple CarPlay® e Android Auto® permite o uso de aplicativos de navegação e exibição de informações diretamente no painel, além da possibilidade de fazer ou receber chamadas telefônicas usando capacetes com fones de ouvido e microfone via Bluetooth. É possível controlar o aparelho através de comandos do punho esquerdo através de conexão wireless bluetooth. Uma porta USB à direita do painel possibilita recargar smartphones.


Na eventualidade de uma frenagem de emergência em velocidade superior a 50 km/h, entra em funcionamento o sistema ESS (Emergency Stop Signal), onde as luzes de direção dianteiras e traseiras piscam alertando os outros usuários da via. Os piscas também têm função de cancelamento automático por um sistema de comparação das diferenças de velocidade entre a roda dianteira e a roda traseira, cujo cálculo determina o momento de desarme dos piscas em relação à situação de condução. Outro equipamento incorporado em todas as versões da CRF 1100L Africa Twin é o cruise control, que permite ajustar a velocidade de cruzeiro.


A transmissão DCT representa uma impressionante evolução técnica que, progressivamente, vem conquistando adeptos em todo o mundo, tanto que, na Europa, desde seu lançamento já foram vendidas mais de 140.000 motos equipadas com DCT – mais de 40% das Africa Twin vendidas no ano passado tinham DCT. Outros modelos da marca também confirmaram esse interesse, como a NC 750X, que vendeu mais de 50% com tal sistema, além de mais de 60% das Goldwing.



De fato, serão quatro as Africa Twin 2021 à venda no Brasil: CRF 1100L, CRF 1100L DCT, opções que se caracterizam pelo tanque de combustível de 18,8 litros de capacidade, e as CRF 1100L Adventure Sports ES e CRF 11000L Adventure Sports ES DCT, com tanque de 24,8 litros. Todas receberam o sistema de acelerador eletrônico TBW - Throttle By Wire -, juntamente com a extensão dos modos de pilotagem, mais opções no sistema de controle de tração HSTC - Honda Selecteable Torque Control -, e muitos outros itens de tecnologia relacionados à adoção de uma sofisticada IMU - Inertial Measurement Unit (unidade de controle inercial) -, que possibilitaram às Africa Twin dar um salto tecnológico importante. Todas as CRF 1100L Africa Twin foram atualizadas na estética, o que deixou o design de sucesso com estilo ainda mais agressivo e compacto. Outro ponto de evolução foi no âmbito do conforto, item sempre determinante para um efetivo aproveitamento das possibilidades de uma genuína aventureira


A Honda ainda informa que os modelos DCT (importados) vão estar disponíveis a partir de agosto e os demais modelos em julho, sendo que a marca oferece pré-venda a partir do dai 17 de maio. Os modelos dotados de transmissão convencional têm previsão de chegada ao mercado em julho e preço público sugerido de: Honda CRF 1100L Africa Twin (preto fosco ou vermelho): R$ 70.490,00, Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES (branca): R$ 90.490.00. Já os modelos datados de transmissão de dupla embreagem (DCT) tem previsão de chegada ao mercado em agosto e preço público sugerido de: Honda CRF 1100L Africa Twin DCT (vermelho): R$ 76.804,00, Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES DCT (branca): R$ 96.626,00. Os preços têm como base o Distrito Federal e não incluem despesas de frete e seguro. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.A Honda oferece também pacotes de acessórios, 3 anos de garantia e Honda Service.


Acessórios/ Red Rider

A gama de Acessórios Genuínos Honda para a Africa Twin foi ampliada. São 12 itens exclusivos para o modelo, tais como top box, malas laterais, bolsa de tanque, banco rebaixado, para-brisa majorado e cavalete central, entre outros. Também faz parte do catálogo de acessórios exclusivos da Africa Twin 2021 equipamentos específicos para o motociclista, como jaquetas tipo parka, calça com proteções em EVA, camisetas de manga longa e curta, bonés e jaqueta corta-vento.


A aquisição de qualquer versão da Honda CRF 1100L Africa Twin 2021 abre as portas para a participação no Honda Red Rider, um programa criado especialmente para proporcionar experiências exclusivas aos clientes Honda. Eventos, viagens, passeios, cursos e diversas ações que visam deixar o momento sobre duas rodas ainda mais incrível. Maiores detalhes em nosso site: http://www.honda.com.br/motos/redrider/


Banco Honda - Através do sistema financeiro direto da fábrica, a Honda oferece aos seus clientes uma diversidade de serviços para facilitar a compra de sua Honda 0km. As opções são o financiamento bancário ou consórcio nacional Honda. No financiamento bancário o cliente pode inclusive agregar ao custo total até 15% do valor de sua motocicleta em acessórios. Outro diferencial é o Seguro Nacional Honda, no qual a Honda CRF 1100L Africa Twin terá descontos especiais para os clientes, uma facilidade exclusiva das concessionárias Honda.














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